| Edição: 1ª |
| Publicação: 8 de novembro de 2012 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 184 |
| Peso: 0.180 kg |
| Dimensões: 19.8 x 13 x 1 cm |
| Formato: Capa comum |
| ISBN-10: 8563560581 |
| ISBN-13: 9788563560582 |
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Cândido, ou o Otimismo – Voltaire
Um clássico da filosofia iluminista
Publicado em 1759, Cândido, ou o Otimismo (Candide, ou l’Optimisme, título original) é a obra mais famosa de Voltaire, filósofo iluminista francês. Trata-se de um romance satírico que critica a filosofia do otimismo defendida por Leibniz e, ao mesmo tempo, expõe as contradições sociais, políticas e religiosas da época.
Enredo
- O protagonista Cândido é um jovem ingênuo que vive no castelo do Barão de Thunder-ten-Tronckh, sob a tutela do filósofo Pangloss, que lhe ensina que “vivemos no melhor dos mundos possíveis”.
- Expulso do castelo após se apaixonar por Cunegundes, Cândido inicia uma jornada pelo mundo.
- Ao longo da viagem, testemunha guerras, desastres naturais, perseguições religiosas e injustiças sociais.
- Apesar das tragédias, Pangloss insiste em seu otimismo filosófico, enquanto Cândido começa a questionar essa visão.
- No final, Cândido conclui que a felicidade não está em especulações metafísicas, mas em “cultivar o próprio jardim”, ou seja, viver de forma prática e produtiva.
Temas centrais
- Crítica ao otimismo filosófico: sátira à ideia de que tudo acontece para o melhor.
- Hipocrisia religiosa e política: Voltaire denuncia abusos da Igreja e dos governantes.
- Guerra e violência: mostra a brutalidade humana em contraste com discursos idealistas.
- Busca pela felicidade: questiona se a filosofia pode oferecer respostas concretas à vida.
Estilo narrativo
- Narrativa curta, ágil e irônica.
- Uso de humor e exagero para criticar instituições e ideias.
- Estrutura episódica: cada capítulo traz uma nova aventura ou desventura de Cândido.
A relevância
- Cândido é considerado um dos maiores clássicos da literatura filosófica.
- Tornou-se símbolo da crítica iluminista contra dogmas e sistemas rígidos de pensamento.
- A frase “é preciso cultivar o nosso jardim” permanece como uma das mais célebres da filosofia moderna.
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